sexta-feira, 29 de julho de 2011

Quando o filho pródigo deliberou tornar aos braços paternos, resolveu intimamente levantar-se.

Sair da cova escura da ociosidade para o campo da ação regeneradora.

Erguer-se do chão frio da inércia para o calor do movimento reconstrutivo.

Elevar-se do vale da indecisão para a montanha do serviço edificante.

Fugir à treva e penetrar a luz.

Ausentar-se da posição negativa e absorver-se na reestruturação dos próprios ideais.

Levantou-se e partiu no rumo do Lar Paterno.

Quantos de nós, porém, filhos pródigos da Vida, depois de estragarmos as mais valiosas oportunidades, clamamos pela assistência do Senhor, de acordo com os nossos desejos menos
dignos, para que sejamos satisfeitos?

Quantos de nós descemos, voluntariamente, ao abismo, e, lá dentro, atolados na sombria corrente de nossas paixões, exigimos que o Todo-Misericordioso se faça presente, ao nosso lado, através de seus divinos mensageiros, a fim de que os nossos caprichos sejam atendidos?

Se é verdade, no entanto, que nos achamos empenhados em nosso soerguimento, coloquemo-nos de pé e retiremo-nos da retaguarda que desejamos abandonar.

Aperfeiçoamento pede esforço.

Panorama dos cimos pede ascensão.

Se aspiramos ao clima da Vida Superior, adiantemo-nos para a frente, caminhando com os padrões de Jesus.

―Levantar-me-ei, disse o moço da parábola.

―Levantemo-nos, repitamos nós.
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Emmanuel
Hospedaste conflitos do pensamento sem perceber e, por isso, te afliges.
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Entretanto, asserena-te e espera.
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Muitas das inquietações que te pungem o espírito não passam de nuvens formadas por tua própria imaginação.
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A pessoa que te parece suspeita, qual se te fosse um adversário prestes a ferir-te, talvez esteja em tua área de ação, buscando auxiliar-te.
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O desencanto experimentado terá sido provavelmente o meio de que se valeu a Sabedoria
Divina para livrar-te de tribulações futuras, cujo peso não suportarias de pé.
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Aconteça o que acontecer, guarda-te em paz, oferecendo aos outros o melhor de ti, a fim de que os outros te ofertem o melhor de que disponham.
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Ainda que fardos de sofrimento se te amontoem na vida, permanece firme em tua fé e em teu caminho, porquanto nenhuma tempestade, por mais arrasadora, te pode arrancar a
proteção de Deus.
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Emmanue
A herança da liberdade pertence ao dever cumprido.
A herança quase sempre é um suplício para quem parte e uma tentação para quem fica.
A hora que passa é preciosa demais para que lhe percamos a grandeza.
A humildade é a chave de nossa libertação. (Emmanuel - Chico Xavier, do livro: LUZ NO LAR).

A humildade é o ingrediente oculto sem o qual o pão da vida amarga invariavelmente na boca.
A idéia forma a condição; a condição produz o efeito; o efeito cria o destino.
A indulgência é a fonte que lava os venenos da culpa.
A inércia constante é a descida para a exaustão com bilhete para o comboio da enfermidade em direção da morte.
A inércia é simplesmente ilusão e a preguiça é fuga que a Lei pune com as aflições da retaguarda.
A ironia pode ser engraçada e agradável para quem a faz, mas pode magoar tanto que sua graça converte-se em mágoa profunda em quem a recebe.
A juventude pode ser comparada à esperançosa saída de um barco para viagem importante.
A Lei não nos confia problemas de trabalho superiores à nossa capacidade de solução. (Deus não coloca fardos pesados em ombros fracos).
A liberdade é a raiz da vida consciente; no entanto, a cada passo urdimos entraves e impedimentos para nós mesmos.
A maior revelação de teu amor aparece brilhando quando permites que o Cristo em ti e contigo possa amar e servir aos outros sem procurar saber quem são e como são. (Emmanuel, Do livro: "Recados do Além"

terça-feira, 12 de julho de 2011

DISSERAM 

Que não vencerás em teus empreendimentos; 

que o teu doente querido está no clima da morte; 

que atravessarás longa noite de provações; 

que não mais encontrarás o trabalho que mais desejas; 

que não te recuperarás de certas perdas sofridas; 

que não realizarás os sonhos que acalentas; 

que os entes amados distantes de ti nunca mais te voltarão ao convívio; 

que o desgaste do corpo físico não mais te permitirá as realizações que tanto almejas; 

que, por essa ou aquela falta, andarás sobre a Terra constantemente sobre pedras e espinhos. 
Tudo isso disseram... 

Entretanto, continua agindo e servindo, orando e esperando, porque as opiniões de Deus são diferentes.

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Emmanuel

sexta-feira, 13 de maio de 2011





A aqueles que não toleramos, nos afastamos e até se possível, não queremos estar nunca com eles.



Estranha atitude nossa. De modo geral, aqueles que não toleramos, está sempre o nosso olhar crítico e temos neles, tudo aquilo que nos irá direcionar ao que realmente somos.A Vida é um escola, em que as facilidades, dão oportunidades de acomodação ou mesmo estacionar no crescimento de nossas ações em prol da ajuda ao próximo.



Por isso, o tolerar esse ou aquele que nos incomoda, faz-nos recuar e nos voltar para as pessoas que dominamos com facilidade.Tolerar faz parte de termos conhecimento de que podemos e devemos entender o porquê da repulsão de certas pessoas e de estarmos na sua companhia.



A luz se acende no fundo de nossas consciência cósmica e se tivermos a serenidade de buscarmos remotas vivências anteriores, iremos compreender o que está ocasionando tal situação.



Na tolerância, aprendemos a contornar o nossos próprios defeitos, pois na verdade ela retrata tudo aquilo que somos, na essência do orvalho sob a luz, na ótica divina, do filme vivenciado na vida presente e passada.O passado esquecido mas sempre relembrado, na seqüência do nosso equilíbrio emocional e moral, através da intolerância que temos com fulano ou beltrano, é algo que precisamos reparar na existência presente sob o vaso físico.



Julgamos e prejulgamos nosso próximo, como se fôssemos o juiz do Universo, e sabemos que jamais podemos fazer isso e quem de nós, atira ou vai atirar a primeira pedra, no momento de acusação. Tal a passagem bíblica do Evangelho de Jesus com Maria Madalena.



(CONTINUA)




Que os ignorantes e os cegos da alma falem desordenadamente, pois não sabem, nem vêem...




Tu, porém, acautela-te nas criações verbais, como quem não se esquece das contas naturais a serem acertadas no dia próximo.

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O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.

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Quando termine cada dia, passa em revista as pequeninas experiências que partilhaste na estrada vulgar.

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Observa os sinais com que assinalaste os teus atos, recordando que a marca do Cristo é, fundamentalmente, aquela do sacrifício de si mesmo

para o bem de todos.

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Quem se honra, pois, de servir a Jesus, imite-lhe o exemplo. Ajude o irmão mais próximo a dignificar a vida, a edificar-se pelo trabalho sadio e a sentir-se melhor.

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-André Luiz-